
O slogan é uma frase criada para gerar no consumidor uma associação mental a uma marca, favorecendo que se lembre dela facilmente. Geralmente os slogans apresentam uma ideia sintética e objetiva, o que proporciona uma rápida identificação do comprador com a marca e fortalece o seu posicionamento no mercado. Podemos pensar nele como a etiqueta de uma roupa, que fica presa para se tornar uma associação instantânea com ela, podendo até mesmo se tornar uma referência popular. Também chamado de frase de impacto, é uma oportunidade incrível de demonstrar o seu posicionamento e mostrar no que a sua marca se destaca dos concorrentes.
Por que é importante conhecer a história das principais marcas esportivas?
A história por trás das marcas esportivas são as principais funções na publicidade delas, pois somam características individuais onde os consumidores se identificam, criando emoção, paixão e sentimento de competição.
A Nike e a Adidas são duas grandes marcas internacionais que lideram as vendas de produtos esportivos.
A Adidas é dona da Reebok desde 2005, quando a marca esportiva estava bem valorizada por conta de contratos com as ligas esportivas de maior importância nos EUA, a NBA (National Basketball Association) e a NFL (National Football League).
Os impactos causados pela pandemia de Covid-19 fizeram o mercado de marcas esportivas se movimentar bastante entre aquisições e vendas.
E um destes movimentos se configura com o anúncio da Adidas querendo vender a Reebok.
A empresa alemã trata esta venda como processo legal de desinvestimento e a Reebok está custando cerca de US$ 970 milhões de dólares.
Com o passar dos anos, o mercado nacional de marcas esportivas precisou se reinventar para não perder o espaço para as grandes empresas internacionais que ganham cada vez mais força.
Marcas como Topper e Rainha, que eram Alpargatas até 2015, decidiram investir em uma nova estratégia para se manter no mercado de marcas esportivas e passaram a patrocinar grandes eventos, confederações, federações, campeonatos brasileiros e outras modalidades.
A Rainha que foi criada em 1934, atualmente está voltada para uma tendência mais versátil, se ligando mais em esportes de salão como handebol, futsal, atletismo, basquete e vôlei.
A Topper concentra os seus patrocínios nas divisões de acesso do futebol brasileiro, na confederação brasileira de rugby, e nas federações estaduais, além de copa do nordeste.
A importância de saber a história de grandes marcas esportivas vai além de conhecimento, mas sim para criação de persona e estratégia de vendas para quem quer investir no ramo.
Quais são as principais marcas esportivas?
A história das marcas esportivas não se resumem apenas a quatro grandes marcas, existem muito mais além das que já citamos acima.
Algumas marcas esportivas estão no topo porque fizeram parcerias com outras marcas e o combo deu certo entre os fashionistas ou porque se tornou a queridinha de algum influenciador digital.
Para se tornar uma marca esportista bem falada, muito vendida e valorizada, o marketing esportista da empresa deverá agir de forma inteligente, estendendo as estratégias e ações promocionais para satisfazer as necessidades e desejos dos consumidores.
Puma: Cinco clubes da elite francesa de futebol são vestidos pela marca esportiva, Puma. São eles: Olympique de Marselha (foto), Rennes, Bordeaux, Amiens e Nîmes.
Adidas: A marca esportiva Adidas, que é de origem alemã, veste seis clubes de futebol: Manchester United, Leicester City, Fulham, Wolverhampton, Watford e Cardiff City.
Nike: A marca esportiva é a empresa que patrocina nada mais, nada menos do que 22 times presentes nas sete principais ligas do planeta. A Nike está presente nos Campeonatos Brasileiros, Inglês, Francês, Espanhol, Italiano, Alemão e Argentino.
Fila: A marca esportiva italiana já vem se destacando há algumas temporadas com seu recorte clássico e indefectível. A Fila produz peças de roupas e tênis muito interessantes e que conquistam todos os tipos de pessoas, sejam elas mais ou menos esportivos.
New Balance: Com modelos simples, leves, despojados e ao mesmo tempo sofisticados, os tênis da New Balance é considerado o queridinho do momento. Até o Steeve Jobs utilizou um modelo que quase se tornou um uniforme.
Olympikus: Muito conhecida no mundo dos esportes e fora dele pelos seus tênis, a Olympikus ganha destaque por ser também uma grande incentivadora e patrocinadora de times, atletas, federações, confederações, eventos esportivos e comitês
Reebok: A Reebok, após ser vendida pela Nike (a maior de todas as marcas esportivas, segundo a Forbes) para a loja de artigos esportivos, a Centauro, está valendo cerca de US$ 800 milhões. Lembrando que a mesma teve queda nos números dos últimos anos por causa da Pandemia de covid-19, mas recentemente voltou a lucrar.
Penalty: Criada em 1970, a Penalty pertence à empresa Cambuci (CAMB3) e atua em várias modalidades esportivas. A marca esportiva fabrica produtos e artigos para o futebol, vôlei, basquete, handebol e futsal.
Asics: A empresa é especialista em produzir equipamento para atletismo, e seu centro tecnológico e centro de pesquisa está instalado no Japão. A Asics patrocina grandes nomes do esporte brasileiro, como Sheila de Castro, Dante, Bruno Soares, Dani Lins, entre outros.
Umbro: A UMBRO é bem conhecida dos brasileiros por ter patrocinado o Flamengo nos anos 90. A empresa, que é inglesa, fez boas parcerias, o que lhe tem dado dias de glória e foi vista em passarelas badaladas do estilista Virgil Abloh (que comanda também a conhecida Louis Vuitton Masculina).
Rainha: A marca criada em 1934, recentemente foi vendida para a BR Sport, empresa liderada por Carlos Wizard Martins.
A Rainha tem como foco estimular o prazer da atividade física e de explorar o mundo com os pés, aliando conforto, estilo e qualidade em sintonia com as tendências de moda.
Topper: Desde 1975, a Topper vem protagonizando alguns dos momentos mais importantes do esporte no mundo.
Patrocinou a Seleção Brasileira de Futebol nas copas de 82, 86 e 90, além de patrocinar campeões da FIFA, e atualmente é patrocinadora de grandes clubes de futebol como, Botafogo de futebol e regatas, entre outros por todo o Brasil.
A marca foi vendida para a BR Sport, uma empresa do Grupo Sforza, que pretende e busca ser a maior empresa representante de marcas esportivas no Brasil.
Mizuno: A Mizuno é uma multinacional marca esportiva, de origem japonesa, e foi criada inicialmente por Rirachi e seu irmão mais novo, Riso Mizuno em 1906 para serem apenas produtos ortopédicos e em 1985 lançaram a primeira chuteira.
Umber Armor: A Under Armour, mostra a sua força nas roupas e nos calçados no esporte. Mesmo com uma queda registrada em seus lucros dos últimos dois anos, a marca esportiva ainda está entre as principais no mundo inteiro.
Kappa: Com certeza você já viu em jogos de futebol muitos uniformes com essa logomarca italiana. Agora, a Kappa sai do universo do futebol e invadiuy os guarda-roupas de muitas pessoas. Logo, a imagem de um homem e uma mulher sentados de costas já foi vista em looks de celebridades como Kylie Jenner, Bella Hadid e muitos outros.
Macron:
Castore:
Hummel:
Joma:
Volt
Como aprender com essas marcas esportivas e buscar inspirações?
As marcas esportivas ensinam que é necessário se reinventar e investir na busca de novas fontes de receitas para impulsionar a criação de estratégias, inspirando e gerando novas experiências, mais engajamento e assim, a consolidação da marca.
Flamengo – R$ 1,9 bilhão
Palmeiras – R$ 1,2 bilhão
Corinthians – R$ 1,1 bilhão
São Paulo – R$ 690 milhões
Atlético-MG – R$ 536 milhões
Internacional – R$ 422 milhões
Santos – R$ 395 milhões
Fluminense – R$ 382 milhões
Athletico-PR – R$ 361 milhões
Grêmio – R$ 337 milhões
Fortaleza – R$ 287 milhões
Red Bull Bragantino – R$ 237 milhões
Botafogo – R$ 185 milhões
Ceará – R$ 155 milhões
Cruzeiro – R$ 149 milhões
Coritiba – R$ 136 milhões
América-MG – 135 milhões
Vasco da Gama – R$ 113 milhões
Goiás – R$ 99 milhões
Bahia – R$ 90 milhões
Cuiabá – R$ 83 milhões
Atlético-GO – R$ 75 milhões
Sport – R$ 57 milhões
Juventude – R$ 54 milhões
Avaí – R$ 53 milhões
Guarani – R$ 17 milhões
Ponte Preta – R$ 13 milhões
Portuguesa-SP – R$ 9 milhões
Náutico – R$ 9 milhões
Santa Cruz – R$ 7 milhões
Fonte: Sports Value
Dallas Cowboys (NFL) - 9 bilhões de dólares
- New York Yankees (MLB) - 7,1 bilhões de dólares
- Golden State Warriors (NBA) - 7 bilhões de dólares
- New England Patriots (NFL) - 7 bilhões de dólares
- Los Angeles Rams (NFL) - 6,9 bilhões de dólares
- New York Giants (NFL) - 6,8 bilhões de dólares
- Chicago Bears (NFL) - 6,3 bilhões de dólares
- Las Vegas Raiders (NFL) - 6,2 bilhões de dólares
- New York Knicks (NBA) - 6,1 bilhões de dólares
- New York Jets (NFL) - 6,1 bilhões de dólares
- Real Madrid (LALIGA) - 6,07 bilhões de dólares
- Washington Commanders (NFL) - 6,05 bilhões de dólares
- Manchester United (Premier League) - 6 bilhões de dólares
- San Francisco 49ers (NFL) - 6 bilhões de dólares
- Los Angeles Lakers (NBA) - 5,9 bilhões de dólares
- Philadelphia Eagles (NFL) - 5,8 bilhões de dólares
- Miami Dolphins (NFL) - 5,7 bilhões de dólares
- Barcelona (LALIGA) - 5,508 bilhões de dólares
- Houston Texans (NFL) - 5,5 bilhões de dólares
- Liverpool (Premier League) - 5,288 bilhões de dólares
- Denver Broncos (NFL) - 5,1 bilhões de dólares
- Seattle Seahawks (NFL) - 5 bilhões de dólares
- Manchester City (Premier League) - 4,990 bilhões de dólares
- Bayern de Munique (Bundesliga) - 4,860 bilhões de dólares
- Los Angeles Dodgers (MLB) - 4,8 bilhões de dólares
- Atlanta Falcons (NFL) - 4,7 bilhões de dólares
- Minnesota Vikings (NFL) - 4,65 bilhões de dólares
- Baltimore Ravens (NFL) - 4,63 bilhões de dólares
- Pittsburgh Steelers (NFL) - 4,625 bilhões de dólares
- Cleveland Browns (NFL) - 4,62 bilhões de dólares
- Green Bay Packers (NFL) - 4,6 bilhões de dólares
- Boston Red Sox (MLB) - 4,5 bilhões de dólares
- Tennessee Titans (NFL) - 4,4 bilhões de dólares
- Indianapolis Colts (NFL) - 4,35 bilhões de dólares
- Kansas City Chiefs (NFL) - 4,3 bilhões de dólares
- Paris Saint-Germain (Ligue 1) - 4,21 bilhões de dólares
- Tampa Bay Buccaneers (NFL) - 4,2 bilhões de dólares
- Los Angeles Chargers (NFL) - 4,15 bilhões de dólares
- Chicago Cubs (MLB) - 4,1 bilhões de dólares
- Chicago Bulls (NBA) - 4,1 bilhões de dólares
- Carolina Panthers (NFL) - 4,1 bilhões de dólares
- New Orleans Saints (NFL) - 4,075 bilhões de dólares
- Boston Celtics (NBA) - 4 bilhões de dólares
- Jacksonville Jaguars (NFL) - 4 bilhões de dólares
- Ferrari (F1) - 3,9 bilhões de dólares
- Los Angeles Clippers (NBA) - 3,9 bilhões de dólares
- Mercedes (F1) - 3,8 bilhões de dólares
- Arizona Cardinals (NFL) - 3,8 bilhões de dólares
- San Francisco Giants (MLB) - 3,7 bilhões de dólares
- Buffalo Bills (NFL) - 3,7 bilhões de dólares
Fonte: Sports Value

