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FRANQUIAS PARA 40MAIS

Como Funciona o Franchising?

Franqueador: A empresa que detém a marca e o modelo de negócio. Ela é responsável por desenvolver, testar e validar o conceito de negócio, além de fornecer suporte e treinamento aos franqueados.

Franqueado: O indivíduo ou empresa que investe na franquia e opera a unidade de negócio sob a marca do franqueador.

Contrato de Franquia: Um acordo legal que define os direitos e obrigações de ambas as partes, incluindo a taxa de franquia, royalties, padrões de qualidade e suporte contínuo.

O que é uma Franquia

Um Modelo de Negócio em Expansão: - O franchising, também conhecido como sistema de franquias, é um modelo de negócio no qual uma empresa (franqueadora) concede a outras pessoas (franqueados) o direito de usar sua marca, produtos, serviços e métodos operacionais para explorar um determinado mercado.

O que é um Franqueador

A empresa que detém a marca e o modelo de negócio. Ela é responsável por desenvolver, testar e validar o conceito de negócio, além de fornecer suporte e treinamento aos franqueados.

O que é um Franqueado

O indivíduo ou empresa que investe na franquia e opera a unidade de negócio sob a marca do franqueador.

Vantagens e Desvantagens

Expansão Rápida: O franchising permite que a empresa expanda rapidamente sua marca e presença no mercado sem precisar investir diretamente em novas unidades. Compartilhamento de Riscos: Os franqueados assumem os riscos de investimento e operação da unidade, enquanto o franqueador recebe royalties sobre as vendas. Fortalecimento da Marca: O crescimento da rede de franquias aumenta o reconhecimento e a força da marca.

Legislação

Legislação para Franquias no Brasil - o franchising é regulamentado pela Lei nº 13.966, de 26 de dezembro de 2019, conhecida como Lei de Franquias. Esta lei estabelece as diretrizes básicas para a relação entre franqueador e franqueado. Importância da Assessoria Jurídica: - É fundamental que tanto o franqueador quanto o franqueado busquem assessoria jurídica especializada em direito de franquias para garantir o cumprimento da legislação e proteger seus direitos. Observação: A Lei de Franquias é um tema complexo e está sujeita a interpretações e alterações. É recomendável consultar um advogado especializado para obter informações atualizadas e precisas sobre a legislação de franquias no Brasil.

Casos de sucesso

McDonald's: Líder global em fast food, com mais de 390 restaurantes no Brasil.
Burger King: Segunda maior rede de fast food do mundo, com mais de 800 restaurantes no Brasil.
Subway: Rede de sanduíches com foco em ingredientes frescos e saudáveis, com mais de 2.200 lojas.
Cacau Show: Líder em chocolates finos no Brasil, com mais de 2.500 lojas.
Imaginarium: Loja de brinquedos e produtos criativos, com mais de 200 lojas no Brasil.
Chilli Beans: Rede de óculos de sol e acessórios, com mais de 800 lojas no Brasil.
Localiza: Líder em aluguel de carros no Brasil, com mais de 700 lojas.
Educação: Kumon, Wizard, YDU.
Saúde: Odontoprev, Óticas Diniz.
Fitness: Smart Fit, Bodytech.
Beleza: Ipanema Jurerê, Beleza na Pele.

Young Trumpeter

Trumpet Basics

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Modern Dance

Modern Ballet

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Arts and Crafts

Arts & Crafts

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Tennis Balls and Racket

Tennis

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Baking Cream

Baking for Beginners

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Cutting Clay

O que é, etapas e como aplicar

Quem atua em Produto já ouviu falar, em algum momento, sobre Design Thinking. Confira aqui o que você precisa para se contextualizar sobre o assunto!

Design Thinking é uma abordagem que visa a solução de problemas complexos centrados no usuário. Hoje a inovação é uma importante ferramenta competitiva para o mercado, além de também ser fundamental para aprimorar cada vez mais a experiência do usuário que se pretende atingir.

Conforme essa perspectiva de “sair na frente” se fortalece dentro das empresas, olhar para a ponta antes de definir o caminho a ser trilhado é uma maneira inteligente de otimizar o processo.

Vejamos a seguir o que cada um desses componentes representa:

Útil/Utilidade
Seguindo a linha da inovação, muitas vezes é preciso se questionar sobre o que você está criando. O produto é realmente útil ou você só está tentando fugir do óbvio? Você realmente está focando na utilidade da solução, ou apenas em agradar um cliente? Que tipo de problema o usuário consegue resolver com ele?

Usável/Usabilidade
Ainda que Product Designers não devam enviesar sua criatividade para o lado da usabilidade (que diz respeito à facilidade de manusear o produto e aproveitar melhor suas funcionalidades), ela sem dúvidas continua sendo um critério fundamental. Essa interação deve ser simples e inteligente, de forma que o usuário possa aproveitar o máximo da interface.

Encontrável/Encontrabilidade
Não há nada mais frustrante do que ter que procurar por uma informação importante e que deveria estar acessível. No caso do Design Thinking em produtos digitais, a ideia é que os usuários consigam encontrar o que procuram em pouco tempo, sem qualquer esforço.

Confiável/Credibilidade
Aqui estamos falando sobre o foco em criar experiências eficientes e satisfatórias, para que os usuários se sintam seguros ao utilizar o produto em questão. Uma grande referência nesse assunto é o Web Credibility Project, fruto de uma pesquisa liderada pelo Laboratório de Tecnologia Persuasiva da Universidade de Stanford.

Acessível/Acessibilidade
Um produto bem desenvolvido também deve ser inclusivo. Ou seja, para desenvolver uma solução completa, pessoas com deficiência também devem ser capazes de aproveitar ao máximo os benefícios e features (considerando toda a proposta estratégica, é claro).

Desejável
Aqui é onde o design emocional atua com mais força. Isso quer dizer que, além de ser um produto que proporciona benefícios, é fácil de usar e também confiável, é fundamental que o usuário tenha certo prazer em ter contato com essa solução. Aqui entram aspectos mais abstratos, como a sensação de poder e a associação com a marca, por exemplo.

Valoroso/Valioso
Da união de todos esses fatores, temos o real valor do produto. Ou seja, é uma experiência completa, que atende às necessidades do usuário, é prazerosa, simples e atende a um propósito maior.

Pilares do Design Thinking
O Design Thinking possui 3 pilares que nada mais são do que valores da abordagem. É importante que todas elas sejam respeitadas para que de fato você esteja inovando e promovendo uma boa experiência.

São elas empatia, colaboração e experimentação:

Empatia
Um dos desafios pregados pelo Design Thinking é se apegar à empatia para se libertar de pré-julgamentos e todo um contexto de convicções pessoais que podem desviar o pensamento criativo.

Compreender o contexto de outras pessoas e mergulhar em suas necessidades é essencial para buscar soluções que realmente atendam ao usuário ou cliente – e não aquelas que você acredita que são.

Colaboração
Colaboração também é sobre ter abertura para lidar com o outro, considerando impressões e interpretações de quem vem de um contexto diferente do seu. Falar e ouvir profissionais de outras áreas, com habilidades multidisciplinares, é algo que enriquece bastante o processo.

Colaboração também está muito associada ao processo de inovação do Design Thinking, uma vez que pretendemos trazer diferentes pessoas com contextos e perspectivas distintas para debater sobre o mesmo assunto. Assim, as soluções desenvolvidas tendem a atender dores sob óticas que uma única pessoa não conseguiria prever, entregando mais valor ao cliente.

Experimentação
Uma coisa que temos certeza hoje em dia é que não há receita de bolo ou segredo mágico para o sucesso. Tudo o que temos são hipóteses que precisam ser validadas – e quanto mais cedo isso acontecer, melhor. Afinal, quanto antes você identifica um erro, mais cedo você minimiza os prejuízos e riscos associados a ele.

Por isso, a experimentação deve ser constante. Elimine verdades absolutas que só existem na teoria, identifique oportunidades de melhoria e siga em frente sempre que possível.

Etapas do Design Thinking
O Design Thinking é dividido em 4 etapas: imersão, ideação, prototipação e desenvolvimento.

Mas, antes de falarmos sobre cada uma delas, vale destacar que qualquer abordagem que visa encontrar uma solução deve começar com uma etapa prévia de entendimento e observação.

Ou seja, é essencial se reunir com sua equipe, planejar o trabalho a ser realizado e definir regras e parâmetros que vão orientar a boa execução das tarefas. Da mesma forma, analisar o contexto do usuário e observar os problemas presentes é imprescindível para entender qual o obstáculo a ser superado.

Feito isso, é hora de partir para a solução!

1. Imersão
A imersão é a etapa na qual você vai buscar entender a fundo o contexto da sua empresa. Aqui não tem muito segredo: faça uma análise SWOT (para identificar forças, fraquezas, ameaças e oportunidades), invista em discovery, colete feedbacks de clientes e dê abertura para seus colaboradores também.

Mergulhe na cultura organizacional e procure entender como sua empresa é vista de dentro e de fora. Considere também os fatores externos de mercado (política, economia, competidores) e reúna todas as informações úteis que conseguir e consolide-as, buscando conexão com o objetivo do produto ou do tema que originou a necessidade do uso do Design Thinking

2. Ideação
Ideação significa produzir ideias. Após concluir a primeira etapa, você terá em mãos o material necessário para deixar a criatividade entrar no processo, focando nos pontos que precisam de melhoria.

O brainstorming é uma estratégia muito utilizada e recomendada, porque parte do princípio que todos podem contribuir sem medo de julgamentos. Isso cria um cenário onde as pessoas ficam mais à vontade para expor suas opiniões, e é assim que surgem ótimas ideias.

3. Prototipação
A prototipação nada mais é do que a fase de testes do Design Thinking. Nela você deve reunir as melhores ideias levantadas no processo de ideação, considerando aquelas que mais têm maior potencial e chance de sucesso.

O protótipo é uma versão de teste de um produto ou funcionalidade. Isso quer dizer que não é a versão final do que você imaginou, mas sim uma versão de validação. A proposta é saber se a ideia vai ou não para frente, evitando gastos desnecessários. Nesta fase o foco é aprender com os feedbacks para lapidar a sua ideia inicial.

Não é incomum que um protótipo precise de ajustes. Na verdade, a ideia é que a validação com os clientes e usuários vá acontecendo na mesma medida em que as alterações vão sendo feitas, se aproximando cada vez mais do resultado ideal.

Leia também: Validação de Produto x Pesquisa de Produto: não confunda!

4. Desenvolvimento
Depois de concluir toda a etapa de prototipação, ou seja, após validar sua solução com seus usuários e ter uma taxa de aceitação satisfatória, é hora de fazer acontecer de verdade, concluindo as fases do Design Thinking.

Reúna todas as melhorias, finalize a versão oficial do produto e prepare sua estratégia de go-to-market.

Principais ferramentas em Design Thinking
Para que você consiga absorver o melhor de cada etapa do Design Thinking, existem ferramentas e metodologias que ajudam a executar todo esse processo. Aqui selecionamos algumas das principais:

Mapa da Empatia
O Mapa da Empatia é útil especialmente para a primeira etapa do Design Thinking, pois parte da colaboração entre equipes para obter insights sobre as necessidades dos clientes. De forma bem visual e aprofundada, a proposta é responder a questões como:

O que o usuário pensa e sente?
O que ele escuta, vê, fala e faz?
Quais são suas dores?
Quais são seus desejos?

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