
Or the Making and Breaking of a $47 Billion Unicorn (2021): este documentário conta a história da WeWork, uma empresa de coworking que teve um crescimento meteórico e depois caiu em desgraça. Ele examina os perigos do crescimento rápido, da cultura de startup e do hype.


A série “WeCrashed” é baseada na história real da empresa de coworking WeWork, fundada por Adam Neumann. Embora a série seja um drama, ela oferece insights valiosos para empreendedores e líderes. Aqui estão algumas lições inspiradoras que podem ser extraídas da série:
A série WeCrashed, que retrata a ascensão e queda da empresa WeWork e seus fundadores, Adam e Rebekah Neumann, oferece diversas lições valiosas para empreendedores, tanto em termos de boas práticas quanto de erros a serem evitados.
Visão e ambição:
A série mostra como Adam Neumann possuía uma visão ambiciosa e inspiradora para o futuro da WeWork, o que impulsionou o rápido crescimento da empresa. No entanto, é importante ter uma visão clara e realista do negócio, além de traçar metas alcançáveis e sustentáveis.
Cultura da empresa:
A WeWork era conhecida por sua cultura vibrante e focada na comunidade, o que atraía muitos talentos. No entanto, essa cultura também era marcada por excessos e falta de foco, o que contribuiu para a queda da empresa. É crucial criar uma cultura organizacional positiva e alinhada com os valores da empresa, mas sem perder o foco nos objetivos e na responsabilidade fiscal.
A WeWork era conhecida por sua cultura de trabalho caótica e excessiva, com festas luxuosas e gastos extravagantes.
O foco na imagem e no marketing era maior do que na substância do negócio, o que criava um ambiente irreal e insustentável.
O CEO da empresa, Adam Neumann, tinha um estilo de liderança autocrático e tomava decisões impulsivas, sem considerar as consequências.
Liderança:
Adam Neumann era um líder carismático e motivador, mas também tomava decisões impulsivas e nem sempre priorizava a ética e a transparência. Empreendedores devem ser líderes inspiradores, mas também responsáveis, éticos e transparentes em suas ações.
Marketing e vendas:
A WeWork era especialista em marketing e vendas, o que impulsionou a captação de novos clientes e investimentos. No entanto, a empresa também se concentrava mais na imagem do que na substância, o que gerou expectativas irreais e contribuiu para sua queda. É fundamental ter uma estratégia de marketing e vendas eficaz, mas sempre baseada em um negócio sólido e sustentável.
A WeWork baseava seu crescimento na captação de novos clientes e investimentos, sem se preocupar com a geração de lucro real.
A empresa oferecia preços baixos para atrair clientes, mas os custos operacionais eram altos, o que gerava perdas significativas.
A WeWork também investia pesadamente em expansão, abrindo novos espaços em diversos lugares do mundo, o que aumentava ainda mais seus custos.
Adaptabilidade e resiliência:
O mercado de coworking mudou rapidamente e a WeWork não conseguiu se adaptar às novas demandas. Empreendedores devem estar atentos às mudanças do mercado e serem capazes de se adaptar rapidamente para manter a competitividade. Além disso, é importante ter resiliência para lidar com os desafios e obstáculos que surgem no caminho.
Mudanças no mercado:
O mercado de coworking se tornou mais competitivo, com a entrada de novos players e o aumento da oferta de espaços de trabalho flexíveis.
A pandemia de COVID-19 também teve um impacto negativo na WeWork, pois muitos clientes cancelaram seus contratos de coworking devido ao trabalho remoto.
Falta de governança corporativa:
A WeWork tinha uma estrutura de governança corporativa fraca, com pouca transparência e controle sobre as decisões da empresa.
O conselho diretor da empresa era composto por membros inexperientes ou com conflitos de interesse, o que dificultava a supervisão adequada da gestão.
Havia também problemas de contabilidade e auditoria, o que gerava dúvidas sobre a real situação financeira da empresa.
Liderança em tempos de crise:
Quando a WeWork enfrentou dificuldades financeiras, Adam Neumann não se mostrou um líder capaz de lidar com a crise. Empreendedores devem estar preparados para liderar seus negócios em momentos desafiadores, tomando decisões difíceis e com foco na recuperação.
Lições aprendidas:
A história da WeWork serve como um lembrete importante dos perigos da ambição desmedida, da falta de foco e da liderança inadequada. Empreendedores podem aprender com os erros da WeWork para construir negócios mais sólidos, sustentáveis e éticos.
A história da WeWork serve como um lembrete importante para empreendedores dos perigos de um crescimento rápido e desmedido, sem foco na sustentabilidade e na responsabilidade. É fundamental construir um negócio sólido, com um modelo de negócio viável, uma cultura organizacional saudável e uma governança corporativa eficaz. Além disso, é importante estar atento às mudanças do mercado e ser capaz de se adaptar rapidamente para manter a competitividade.
A falência da WeWork, em 2019, teve um impacto significativo em diversos setores, causando consequências que ainda podem ser sentidas hoje.
No mercado imobiliário:
Queda na demanda por espaços de coworking: Com a incerteza sobre o futuro da WeWork, muitas empresas repensaram seus planos de alugar espaços em coworkings. Isso levou a uma queda na demanda por esse tipo de imóvel, impactando negativamente proprietários e investidores.
Desvalorização de imóveis: A desvalorização dos imóveis utilizados pela WeWork também foi um problema. Com a empresa incapaz de honrar seus contratos de aluguel, muitos proprietários tiveram que reduzir os preços dos aluguéis ou até mesmo aceitar rescisões de contrato, o que gerou perdas financeiras significativas.
Na economia:
Perda de empregos: A falência da WeWork resultou na demissão de milhares de funcionários em todo o mundo. Isso teve um impacto negativo na economia local das cidades onde a empresa operava, especialmente nos setores de serviços e construção civil.
Redução de investimentos: A falência também abalou a confiança dos investidores no mercado de startups, o que levou a uma redução nos investimentos em novas empresas, principalmente no setor de tecnologia.
No setor de coworking:
Dificuldades para startups: A queda da WeWork dificultou o acesso de startups a espaços de coworking, pois muitas empresas ficaram receosas em se associar a uma marca com imagem comprometida. Isso pode ter atrasado o crescimento de algumas startups e até mesmo impedido a criação de novos negócios.
Consolidação do mercado: Com a saída da WeWork, o mercado de coworking se consolidou, com algumas empresas maiores se fortalecendo e novas empresas surgindo para ocupar o espaço deixado pela WeWork.
Em resumo, a série WeCrashed oferece as seguintes lições para empreendedores:
Tenha uma visão clara e realista do seu negócio.
Crie uma cultura organizacional positiva e alinhada com seus valores.
Seja um líder inspirador, mas também responsável, ético e transparente.
Tenha uma estratégia de marketing e vendas eficaz, mas baseada em um negócio sólido.
Esteja atento às mudanças do mercado e seja capaz de se adaptar rapidamente.
Desenvolva resiliência para lidar com os desafios e obstáculos que surgem no caminho.
Esteja preparado para liderar seu negócio em tempos de crise.
Aprenda com os erros dos outros para construir um negócio melhor.
A história da WeWork serve como um lembrete importante para empresas e investidores dos perigos de um crescimento rápido e desmedido, sem foco na sustentabilidade e na responsabilidade. É fundamental construir negócios sólidos, com modelos de negócio viáveis, culturas organizacionais saudáveis e governança corporativa eficaz. Além disso, é importante estar atento às mudanças do mercado e ser capaz de se adaptar rapidamente para manter a competitividade.
Apesar das consequências negativas, a falência da WeWork também teve alguns efeitos positivos:
Maior cautela dos investidores: A falência da WeWork tornou os investidores mais cautelosos ao investir em startups, o que pode levar a uma maior análise dos riscos e à seleção de empresas com maior potencial de sucesso.
Evolução do mercado de coworking: A falência da WeWork acelerou a evolução do mercado de coworking, com empresas se adaptando às novas necessidades dos clientes e oferecendo serviços mais inovadores e flexíveis.