
Tron - O legado
Uma Odisseia Eletrônica: Um filme que mostra um programador que é transportado para o interior de um computador, onde deve participar de jogos mortais e lutar contra o tirânico programa Mestre de Controle, que quer dominar o mundo real. Kevin Flynn (Jeff Bridges) é um gênio da informática que, um dia, desapareceu sem deixar vestígios. Seu filho Sam (Owen Best), na época com sete anos, é criado pelos avós e a empresa de Flynn, a Encom, é gerenciada pelos demais acionistas. Já com 27 anos, Sam (Garrett Hedlund) não quer assumir o controle da empresa e prefere boicotá-la uma vez por ano. Um dia o braço direito de seu pai, Alan Bradley (Bruce Boxleitner), recebe um bipe, o que faz com que Sam vá até o local onde Kevin tinha uma série de consoles de videogame.
Uma Odisseia Eletrônica: Um filme que mostra um programador que é transportado para o interior de um computador, onde deve participar de jogos mortais e lutar contra o tirânico programa Mestre de Controle, que quer dominar o mundo real. Kevin Flynn (Jeff Bridges) é um gênio da informática que, um dia, desapareceu sem deixar vestígios. Seu filho Sam (Owen Best), na época com sete anos, é criado pelos avós e a empresa de Flynn, a Encom, é gerenciada pelos demais acionistas. Já com 27 anos, Sam (Garrett Hedlund) não quer assumir o controle da empresa e prefere boicotá-la uma vez por ano. Um dia o braço direito de seu pai, Alan Bradley (Bruce Boxleitner), recebe um bipe, o que faz com que Sam vá até o local onde Kevin tinha uma série de consoles de videogame. Lá Sam encontra uma passagem secreta, que o leva a uma câmara onde está o último trabalho de seu pai. Sam o aciona e é levado a outro mundo, tecnológico, habitado por programas de computação. - Para assistir o trailer e testar os seus conhecimentos sobre os lugares citados neste filme clique no botão. Divirta-se. Compartilhe com os amigos.
Kevin Flynn (Jeff Bridges) é um gênio da informática que, um dia, desapareceu sem deixar vestígios. Seu filho Sam (Owen Best), na época com sete anos, é criado pelos avós e a empresa de Flynn, a Encom, é gerenciada pelos demais acionistas. Já com 27 anos, Sam (Garrett Hedlund) não quer assumir o controle da empresa e prefere boicotá-la uma vez por ano. Um dia o braço direito de seu pai, Alan Bradley (Bruce Boxleitner), recebe um bipe, o que faz com que Sam vá até o local onde Kevin tinha uma série de consoles de videogame. Lá Sam encontra uma passagem secreta, que o leva a uma câmara onde está o último trabalho de seu pai. Sam o aciona e é levado a outro mundo, tecnológico, habitado por programas de computação.
Lançado em 1982, Tron - Uma Odisséia Eletrônica é até hoje um dos maiores marcos da ficção científica na história da sétima arte.
Total fracasso de crítica à época de seu lançamento, o filme só veio a se tornar um cult cinematográfico alguns anos mais tarde, principalmente pela forma com que lidava com a tecnologia. Os méritos de Tron estavam não apenas nas sequências de efeitos visuais extraordinárias, mas também em diálogos falando em hardware, mainframe e outros termos que só conheceríamos muitos anos mais tarde.
Como trama, o longa não apresentava grandes novidades, mas mesmo assim marcou presença no mundo do cinema.
Agora, 28 anos mais tarde, o universo fantástico retorna às telonas com Tron - O Legado, que conta com os retornos de Jeff Bridges e Bruce Boxleitner.
Curiosamente, a sensação ao assistir o novo Tron não é muito diferente com relação ao anterior. O roteiro mais uma vez é simples (simplório, para dizer a verdade), mas a ambientação é tão interessante e os efeitos tão deslumbrantes que você até esquece de se preocupar com o que está sendo dito. Também colabora para isso, a excelente trilha sonora do Daft Punk e as estonteantes presenças das atrizes Beau Garrett (Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado) e, principalmente, Olivia Wilde (72 Horas e "House").
Escolhido para interpretar Sam Flynn, filho do personagem de Bridges, o ator Garreth Hedlund (Eragon) não compromete, mas tampouco será lembrado pela performance - ao contrário do que aconteceu com Bridges no original. Seu personagem é o típico adolescente rebelde marcado pela ausência dos pais. Chegaria a ser (ainda mais) chato se não estivesse imerso em um universo tão interessante.
O longa conta ainda com a presença de Michael Sheen em seu elenco. O ator já provou seu talento diversas vezes, em especial nos dramas A Rainha e Frost/Nixon, mas também já comprovou inúmeras vezes que pode entrar em roubadas por causa de personagens inusitados e estranhos, como nas séries Crepúsculo e Anjos da Noite. Felizmente, por mais bizarro que seja seu personagem em O Legado, esta atuação se juntará às atuações positivas de sua carreira. Obviamente não tem o peso dramático dos filmes mencionados, mas desta vez o exótico também foi interessante.
Tron Legacy (no original) é o primeiro filme desde Avatar que pode vir acompanhado da dica: "veja em 3D". O formato que foi banalizado diante de tantas conversões de quinta categoria aqui foi tratado como se deve. Não só o filme foi rodado com câmeras 3D como também fez a opção por não utilizar as mesmas em cenas que não fossem necessárias, como fica claro na mensagem ao início do filme ressaltando que o mesmo possui cenas em 2D.
Com efeitos especiais memoráveis - dentre os quais se destaca o processo de rejuvenescimento de Jeff Bridges - e ótimas sequências de ação, Tron - O Legado é um filme que merece ser conferido principalmente por manter a ideia de novidade presente em Uma Odisséia Eletrônica, por mais que estejam separados por quase três décadas. É provável que ao final da projeção você se veja com vontade de conhecer aquele magnífico mundo cibernético, mas se isso não é possível na realidade, ao menos o cinema se apresenta como uma janela.